Não dei palpite sobre quem sairia vencedor da final da Libertadores por falta de tempo, mas sim apostava na vitória dos asquerosos paulistas. Para mim esta foi a final de menor qualidade da história, com dois times que jamais demonstraram qualidades suficientes para serem considerados o melhor time do continente.
Ambos se classificaram de maneira injusta. O Santos mereceu perder para o bravo Cerro Porteño sendo que o jogo de volta no Paraguai foi um dos de mais garra e valentia que já vi, com um Cerro amassando o seu adversário apesar das adversidades do placar. Mostrou que tinha mais time que o seu rival.
O Peñarol tampouco deveria estar na final da Libertadores, pois enfrentou o melhor time disparado da América na semifinal e se classificou sem merecer, sendo amplamente superado pelo excelente toque de bola do Vélez na semifinal que, infelizmente, com o pênalti desperdiçado pelo matador Silva, ficou de fora. Gostaria muito de ver uma decisão de Mundial entre Barcelona e Vélez, dois times que priorizam o bem jogar do futebol, com muito toque de bola e qualidade técnica.
A final foi, então, entre um time que depende única e exclusivamente de seu grande talento, Neymar e soma-se a esse fator um goleiro extraordinário que levou o time nas costas junto ao craque durante toda a competição.
Do outro lado um bravo Peñarol, o maior clube do continente que voltou com louvor à Libertadores e chegou à final e tudo isso apostando em sua garra e organização tática. No entanto, quando enfrentando a necessidade de marcar gols, se complica e encontra muitas dificuldades. Mesmo assim fez frente ao seu adversário que acabou construindo a vitória através de uma falha defensiva de posicionamento e a consequente ajuda do goleiro uruguaio que poderia tranquilamente ter defendido a conclusão mal feita por Neymar.
Como sempre vale salientar a demonstração clássica de bravura uruguaia que não aceita uma derrota e/ou eliminação e sempre fecha o espetáculo com uma apresentação retrô do futebol sul-americano, pancadaria para todos os lados com direito a tática de briga. Excelente.
domingo, 26 de junho de 2011
sábado, 11 de junho de 2011
Convocações Copa América
Com a proximidade da Copa América, competição entre seleções mais antiga do mundo, divulgo o que seriam minhas listas de convocados para as duas seleções mais importantes do continente: Argentina e Brasil.
Argentina:
Romero (AZ Alkmaar – Holanda)
Carrizo (River Plate)
Andújar (Catania - Itália)
Samuel (Inter Milan – Itália)
Milito (Barcelona – Espanha)
Burdisso (Roma – Itália)
Coloccini (Newcastle – Inglaterra)
Domínguez (Vélez Sarsfield)
Banega (Valencia – Espanha)
Cambiasso (Inter Milan – Itália)
Heinze (Marseille - França)
Mascherano (Barcelona – Espanha)
Pérez (Estudiantes)
Pastore (Palermo - Itália)
Belluschi (Porto - Portugal)
Zanetti (Inter Milan – Itália)
Di María (Real Madrid – Espanha)
Montillo (Cruzeiro – Brasil)
Agüero (Atl Madrid – Espanha)
Messi (Barcelona – Espanha)
Higuaín (Real Madrid – Espanha)
Martínez (Vélez Sarsfield)
Tévez (Manchester City – Inglaterra)
Brasil:
Júlio César (Inter Milan – Itália)
Victor (Grêmio – Rio Grande do Sul)
Rafael (Santos)
Dani Alves (Barcelona – Espanha)
Maicon (Inter Milan – Itália)
David Luiz (Chelsea – Inglaterra)
Thiago Silva (AC Milan – Itália)
Luisão (Benfica – Portugal)
Lúcio (Inter Milan – Itália)
Marcelo (Real Madrid – Espanha)
Maxwell (Barcelona – Espanha)
Ramires (Chelsea – Inglaterra)
Anderson (Manchester U – Inglaterra)
Lucas (Liverpool – Inglaterra)
Elano (Santos)
Kaká (Real Madrid – Espanha)
Hernanes (Lazio – Itália)
Ganso (Santos)
Lucas (São Paulo)
Neymar (Santos)
Luís Fabiano (São Paulo)
Robinho (AC Milan – Itália)
Pato (AC Milan – Itália)
Argentina:
Romero (AZ Alkmaar – Holanda)
Carrizo (River Plate)
Andújar (Catania - Itália)
Samuel (Inter Milan – Itália)
Milito (Barcelona – Espanha)
Burdisso (Roma – Itália)
Coloccini (Newcastle – Inglaterra)
Domínguez (Vélez Sarsfield)
Banega (Valencia – Espanha)
Cambiasso (Inter Milan – Itália)
Heinze (Marseille - França)
Mascherano (Barcelona – Espanha)
Pérez (Estudiantes)
Pastore (Palermo - Itália)
Belluschi (Porto - Portugal)
Zanetti (Inter Milan – Itália)
Di María (Real Madrid – Espanha)
Montillo (Cruzeiro – Brasil)
Agüero (Atl Madrid – Espanha)
Messi (Barcelona – Espanha)
Higuaín (Real Madrid – Espanha)
Martínez (Vélez Sarsfield)
Tévez (Manchester City – Inglaterra)
Brasil:
Júlio César (Inter Milan – Itália)
Victor (Grêmio – Rio Grande do Sul)
Rafael (Santos)
Dani Alves (Barcelona – Espanha)
Maicon (Inter Milan – Itália)
David Luiz (Chelsea – Inglaterra)
Thiago Silva (AC Milan – Itália)
Luisão (Benfica – Portugal)
Lúcio (Inter Milan – Itália)
Marcelo (Real Madrid – Espanha)
Maxwell (Barcelona – Espanha)
Ramires (Chelsea – Inglaterra)
Anderson (Manchester U – Inglaterra)
Lucas (Liverpool – Inglaterra)
Elano (Santos)
Kaká (Real Madrid – Espanha)
Hernanes (Lazio – Itália)
Ganso (Santos)
Lucas (São Paulo)
Neymar (Santos)
Luís Fabiano (São Paulo)
Robinho (AC Milan – Itália)
Pato (AC Milan – Itália)
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Dilma x Lula
Depois de meio ano de governo Dilma Roussef, já posso lançar minha primeira comparação entre o governo anterior de Lula e o atual. Uma comparação não seria a palavra, mas sim já podemos notar novas ou velhas atitudes do governo atual em relação a temas importantes nacionais e internacionais.
Começo pelo que aparentemente está igual. Mais uma eleição vitoriosa do PT com o apoio incondicional do PMDB, maior partido do país e que necessita estar no poder como se fosse uma adição desesperadora.
Em qualquer país normal soaria bizarro que o maior partido não tivesse candidato próprio para o principal cargo executivo de seu território. No Brasil já nos acostumamos com essa situação tendo em vista que, pela terceira eleição consecutiva, nada de peemedebistas na disputa. Dessa vez a mala que foi destinada para Dilma carregar por quatro ou oito anos foi o mordomo com ares vampirescos Michel Temer, cacique histórico do PMDB.
A principal função de Temer não é a de substituir a presidente em períodos de ausência e sim manter os “aliados” satisfeitos e apoiando o governo federal incondicionalmente e isso inclui dar boa-noite cinderela para os mais chatos como Pedro Simon que, já que estamos falando nele, se tornou uma das figuras mais inexplicáveis do cenário político nacional, uma criatura que vive em contradições e ainda se defende com uma mística de incorruptibilidade outrora usada até a exaltação pelos petistas.
Pois Temer evidentemente teve e segue tendo problemas para acomodar toda a tribo de seu partido nos departamentos do governo petista. Atritos volta e meia aparecem, mas o trabalho é bem feito e o PMDB segue sendo uma ferramenta forte do PT. O quê Dilma deveria fazer em um belo dia em que acorda com aquele humor insuportável que ataca as mulheres invariavelmente sem aviso prévio? Pois Dilma, num desses dias deveria exclamar aos compadres peemedebistas: se vocês querem mais cargos no governo, sejam governo! Candidatem-se! Ganhem uma eleição e poderão colocar quem e quantos companheiros quiserem! Mas Dilma não pode fazer isso em nome da almejada “governabilidade”.
O quê mais está igual? O descaso com a ecologia.
Já deixou de ser assunto de “ecochatos” o aumento da temperatura da Terra e todas as suas nefastas consequências. Muitas reuniões internacionais para debater o tema foram realizadas sem sucesso algum, basta considerar que nunca tantos gases CO2 foram emitidos como no ano vigente. Eu defendo que esses congressos com cara de sorteio da FIFA só servem para uma coisa: viagens com tudo pago para pessoas importantes, vide alguns lugares insólitos escolhidos para essas reuniões como Cancun, por exemplo. O resultado são documentos com milhares de páginas e planos que jamais serão cumpridos, pois prejudicam o crescimento econômico.
Trazendo o tema para o âmbito tupiniquim, a floresta amazônica registrou recorde de desmatamento esse ano, mas o ponto mais chamativo quando o tema é ecologia foi a aprovação no novo código florestal nacional que dará clemência a desmatadores e que estipulará a livre ação de criminosos do campo contra a fauna e flora nacional. Para completar o momento totalmente descabido do governo nacional, finalmente saiu a confirmação de que uma usina hidrelétrica gigantesca e grotesca será construída no meio da Amazônia. Segundo os “ambientalistas” do governo, nenhum impacto será causado já que muitos estudos foram feitos. Onde terão sido esses encontros de vários “estudiosos ambientais”, em Cancun, Dubai, Miami ou em Las Vegas.
O resumo da ópera é de que o governo Dilma vai à contramão, visa somente à manutenção do crescimento econômico que realmente tem sido forte nos últimos nove anos, mas que ignora fatores maiores a qualquer economia terrestre que é a manutenção da qualidade de vida no planeta.
O quê melhorou? Considero o governo Dilma um fiel seguimento do governo Lula, mas em um fator Dilma mostrou mais coragem e menos hipocrisia que o governo anterior e interfere na postura internacional do país. Dilma cortou o excesso de afago de Lula para com ditadores e facínoras mundiais como e principalmente, com o demente presidente iraniano, Ahmadinejad. Além desse caso mais notório, se vê menos a presença de figurinhas antipáticas mundiais como Chávez no cenário brasileiro. Dilma não cortou laços, simplesmente os afasta lenta e gradualmente e de vez em quando os condena na frente de todo mundo. Estou louco para ver se Dilma sim irá receber a vencedora do Nobel da paz, a iraniana de nome que me dá preguiça procurar que foi obrigada a deixar o seu país devido às ameaças do atual governo e que está no país e deseja ser recebida por Dilma. O governo iraniano já se manifestou através de sua embaixada contra esse possível encontro considerando que a jornalista iraniana é persona non grata em seu próprio país. Pago para ver se Dilma irá, depois de ter manifestado que organismos internacionais deveriam designar uma pessoa para cuidar dos assuntos escabrosos do Irã o que causou mal estar nas relações Brasília-Teerã, ter culhões de receber a premiada no palácio. Dilma sempre foi faca na bota, vamos ver se a faca segue afiada. Para terminar, Dilma cortou aquelas inexplicáveis visitas de Lula a republiquetas africanas dominadas por facínoras em que o governo brasileiro se oferecia a ajudar humanitariamente em obras de infra-estrutura que possivelmente não serão realizadas ou, caso seja, renderão dividendos que irão diretamente aos bolsos desses repugnantes ditadores negros.
Para terminar a análise, abordarei o que está pior no governo Dilma e nem precisamos pensar muito considerando que a cada o dia o chefe da casa civil, ninguém mais ninguém menos, se afunda mais em acusações cada vez mais fortes contra a sua conduta política.
Quando os primeiros escândalos envolvendo Palocci que incluíram contas de caseiros, divisão de divisas escusas em festas regadas a champanhe francês em casas alugadas somente para esse fim em Brasília, francenildos, mensaloes e etc, a atitude de Lula foi de afastar o ministro. Não tenho dúvidas que o afastamento “voluntário” do dito cujo virá prontamente, mas Dilma perdeu uma chance de ouro para mostrar que é uma petista à moda antiga, intolerante quando o assunto é corrupção. Dilma deveria ter tomado uma atitude imediata que remediaria pelo menos um pouco a reação negativa da sociedade que assiste boquiaberta a sucessão de escândalos que enterram cada vez mais na lama da podridão um mafioso de carteirinha que infesta o governo do PT.
Para finalizar, Dilma também poderia ter ido para a cama sem essa palhaçada do quiti contra homofobia que, queira ou não, foi um investimento federal que foi abortado devido à reação negativa da sociedade e também devido a todo um auê causado pelo debilóide do Bolssonaro.
Espero que Dilma reveja alguns pontos sendo que o principal ainda creio que seja a área ambiental. Em um momento em que todo o mundo começou a olhar para o Brasil e muito disso devido ao carisma e ao trabalho do ex-presidente, Dilma deveria dar o exemplo e conquistar ainda mais a admiração internacional ao bater o pé contra a destruição de áreas amazônicas e impedir os “novos ruralistas” que são coordenados por um cidadão chamado Aldo Rebelo de ganharem terreno para catalisar a devastação das áreas verdes desse país em nome da “evolução”.
Começo pelo que aparentemente está igual. Mais uma eleição vitoriosa do PT com o apoio incondicional do PMDB, maior partido do país e que necessita estar no poder como se fosse uma adição desesperadora.
Em qualquer país normal soaria bizarro que o maior partido não tivesse candidato próprio para o principal cargo executivo de seu território. No Brasil já nos acostumamos com essa situação tendo em vista que, pela terceira eleição consecutiva, nada de peemedebistas na disputa. Dessa vez a mala que foi destinada para Dilma carregar por quatro ou oito anos foi o mordomo com ares vampirescos Michel Temer, cacique histórico do PMDB.
A principal função de Temer não é a de substituir a presidente em períodos de ausência e sim manter os “aliados” satisfeitos e apoiando o governo federal incondicionalmente e isso inclui dar boa-noite cinderela para os mais chatos como Pedro Simon que, já que estamos falando nele, se tornou uma das figuras mais inexplicáveis do cenário político nacional, uma criatura que vive em contradições e ainda se defende com uma mística de incorruptibilidade outrora usada até a exaltação pelos petistas.
Pois Temer evidentemente teve e segue tendo problemas para acomodar toda a tribo de seu partido nos departamentos do governo petista. Atritos volta e meia aparecem, mas o trabalho é bem feito e o PMDB segue sendo uma ferramenta forte do PT. O quê Dilma deveria fazer em um belo dia em que acorda com aquele humor insuportável que ataca as mulheres invariavelmente sem aviso prévio? Pois Dilma, num desses dias deveria exclamar aos compadres peemedebistas: se vocês querem mais cargos no governo, sejam governo! Candidatem-se! Ganhem uma eleição e poderão colocar quem e quantos companheiros quiserem! Mas Dilma não pode fazer isso em nome da almejada “governabilidade”.
O quê mais está igual? O descaso com a ecologia.
Já deixou de ser assunto de “ecochatos” o aumento da temperatura da Terra e todas as suas nefastas consequências. Muitas reuniões internacionais para debater o tema foram realizadas sem sucesso algum, basta considerar que nunca tantos gases CO2 foram emitidos como no ano vigente. Eu defendo que esses congressos com cara de sorteio da FIFA só servem para uma coisa: viagens com tudo pago para pessoas importantes, vide alguns lugares insólitos escolhidos para essas reuniões como Cancun, por exemplo. O resultado são documentos com milhares de páginas e planos que jamais serão cumpridos, pois prejudicam o crescimento econômico.
Trazendo o tema para o âmbito tupiniquim, a floresta amazônica registrou recorde de desmatamento esse ano, mas o ponto mais chamativo quando o tema é ecologia foi a aprovação no novo código florestal nacional que dará clemência a desmatadores e que estipulará a livre ação de criminosos do campo contra a fauna e flora nacional. Para completar o momento totalmente descabido do governo nacional, finalmente saiu a confirmação de que uma usina hidrelétrica gigantesca e grotesca será construída no meio da Amazônia. Segundo os “ambientalistas” do governo, nenhum impacto será causado já que muitos estudos foram feitos. Onde terão sido esses encontros de vários “estudiosos ambientais”, em Cancun, Dubai, Miami ou em Las Vegas.
O resumo da ópera é de que o governo Dilma vai à contramão, visa somente à manutenção do crescimento econômico que realmente tem sido forte nos últimos nove anos, mas que ignora fatores maiores a qualquer economia terrestre que é a manutenção da qualidade de vida no planeta.
O quê melhorou? Considero o governo Dilma um fiel seguimento do governo Lula, mas em um fator Dilma mostrou mais coragem e menos hipocrisia que o governo anterior e interfere na postura internacional do país. Dilma cortou o excesso de afago de Lula para com ditadores e facínoras mundiais como e principalmente, com o demente presidente iraniano, Ahmadinejad. Além desse caso mais notório, se vê menos a presença de figurinhas antipáticas mundiais como Chávez no cenário brasileiro. Dilma não cortou laços, simplesmente os afasta lenta e gradualmente e de vez em quando os condena na frente de todo mundo. Estou louco para ver se Dilma sim irá receber a vencedora do Nobel da paz, a iraniana de nome que me dá preguiça procurar que foi obrigada a deixar o seu país devido às ameaças do atual governo e que está no país e deseja ser recebida por Dilma. O governo iraniano já se manifestou através de sua embaixada contra esse possível encontro considerando que a jornalista iraniana é persona non grata em seu próprio país. Pago para ver se Dilma irá, depois de ter manifestado que organismos internacionais deveriam designar uma pessoa para cuidar dos assuntos escabrosos do Irã o que causou mal estar nas relações Brasília-Teerã, ter culhões de receber a premiada no palácio. Dilma sempre foi faca na bota, vamos ver se a faca segue afiada. Para terminar, Dilma cortou aquelas inexplicáveis visitas de Lula a republiquetas africanas dominadas por facínoras em que o governo brasileiro se oferecia a ajudar humanitariamente em obras de infra-estrutura que possivelmente não serão realizadas ou, caso seja, renderão dividendos que irão diretamente aos bolsos desses repugnantes ditadores negros.
Para terminar a análise, abordarei o que está pior no governo Dilma e nem precisamos pensar muito considerando que a cada o dia o chefe da casa civil, ninguém mais ninguém menos, se afunda mais em acusações cada vez mais fortes contra a sua conduta política.
Quando os primeiros escândalos envolvendo Palocci que incluíram contas de caseiros, divisão de divisas escusas em festas regadas a champanhe francês em casas alugadas somente para esse fim em Brasília, francenildos, mensaloes e etc, a atitude de Lula foi de afastar o ministro. Não tenho dúvidas que o afastamento “voluntário” do dito cujo virá prontamente, mas Dilma perdeu uma chance de ouro para mostrar que é uma petista à moda antiga, intolerante quando o assunto é corrupção. Dilma deveria ter tomado uma atitude imediata que remediaria pelo menos um pouco a reação negativa da sociedade que assiste boquiaberta a sucessão de escândalos que enterram cada vez mais na lama da podridão um mafioso de carteirinha que infesta o governo do PT.
Para finalizar, Dilma também poderia ter ido para a cama sem essa palhaçada do quiti contra homofobia que, queira ou não, foi um investimento federal que foi abortado devido à reação negativa da sociedade e também devido a todo um auê causado pelo debilóide do Bolssonaro.
Espero que Dilma reveja alguns pontos sendo que o principal ainda creio que seja a área ambiental. Em um momento em que todo o mundo começou a olhar para o Brasil e muito disso devido ao carisma e ao trabalho do ex-presidente, Dilma deveria dar o exemplo e conquistar ainda mais a admiração internacional ao bater o pé contra a destruição de áreas amazônicas e impedir os “novos ruralistas” que são coordenados por um cidadão chamado Aldo Rebelo de ganharem terreno para catalisar a devastação das áreas verdes desse país em nome da “evolução”.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Palpites Semifinais Libertadores 2011
Dessa vez obtive ¾ de aproveitamento, apenas fui traído pela desastrada atuação da zaga chilena no jogo de ida contra o Peñarol no Centenário. Um erro grosseiro do zagueiro e do goleiro que jamais se comunicaram e depois um erro bizarro do mesmo arqueiro deram uma grande vantagem a um Peñarol que não ataca, apenas espera seus adversários mesmo quando o jogo é em terras orientais.
Belo confronto entre o fraco Santos e o Once Caldas e devo dizer que o time aba reta conseguiu uma classificação deveras injusta. Primeiro, não foi assinalado um pênalti de concurso no final do jogo em Manizales e depois faltou o gol para os colombianos em jogo que dominaram em São Paulo. Mais uma vez Neymar levou o time paulista nas costas.
Um brilhante Vélez destruiu o Libertad e mostrou que é, com sobras, o melhor time do continente e completa o quarteto o Cerro Porteño, time que poderia dar mais do que demonstra, mas que teve sorte de enfrentar um Jaguares débil.
Palpites semifinais:
Santos x Cerro Porteño: aposto em Neymar. Astrada não solta a rédea de um time com bons jogadores como Julio Dos Santos, Iturbe que não sai do banco nunca, Nanni, Fabbro, entre outros. Além disso, possui uma defesa claudicante que sofrerá com o gênio Neymar. Aposto nos abas retas;
Vélez Sarsfield x Peñarol: um gol apenas do Vélez no Centenário darão a classificação aos argentinos tendo em vista que esse resultado obrigaria os uruguaios a sair para o jogo em Buenos Aires e o Peñarol não sabe atacar. Além disso, enfrentam o melhor time disparado da competição que ganhou os quatro confrontos das oitavas e quartas de final. Vou sem titubear de Fortín.
Belo confronto entre o fraco Santos e o Once Caldas e devo dizer que o time aba reta conseguiu uma classificação deveras injusta. Primeiro, não foi assinalado um pênalti de concurso no final do jogo em Manizales e depois faltou o gol para os colombianos em jogo que dominaram em São Paulo. Mais uma vez Neymar levou o time paulista nas costas.
Um brilhante Vélez destruiu o Libertad e mostrou que é, com sobras, o melhor time do continente e completa o quarteto o Cerro Porteño, time que poderia dar mais do que demonstra, mas que teve sorte de enfrentar um Jaguares débil.
Palpites semifinais:
Santos x Cerro Porteño: aposto em Neymar. Astrada não solta a rédea de um time com bons jogadores como Julio Dos Santos, Iturbe que não sai do banco nunca, Nanni, Fabbro, entre outros. Além disso, possui uma defesa claudicante que sofrerá com o gênio Neymar. Aposto nos abas retas;
Vélez Sarsfield x Peñarol: um gol apenas do Vélez no Centenário darão a classificação aos argentinos tendo em vista que esse resultado obrigaria os uruguaios a sair para o jogo em Buenos Aires e o Peñarol não sabe atacar. Além disso, enfrentam o melhor time disparado da competição que ganhou os quatro confrontos das oitavas e quartas de final. Vou sem titubear de Fortín.
domingo, 29 de maio de 2011
Final Temporada 2010/2011
A final da Champions League encerra a temporada do futebol e é motivo de uma das minhas duas publicações anuais do ranquim dos maiores clubes do mundo.
Falando na final, realmente não adianta. Enquanto o Barcelona tiver Messi e seguir tendo mais de 60% de posse de bola por jogo, são imbatíveis.
Ferguson, homem que dedicou sua vida ao futebol, afirmou que o Barcelona é o maior time que já enfrentou. Guardiola diz que Messi já é o maior jogador da história. Está difícil de não concordar com os dois técnicos dos dois melhores times do mundo na atualidade.
No meu entender o Barcelona é o maior time de todos os tempos, não há dúvidas; sobre Messi, cada vez fica mais difícil postergar essa decisão. Com a idade que ele tem, nenhum jogador havia conseguido nem metade do que ele conseguiu. Houve jogadores que ganharam copas do mundo muito jovens e muitos usam o argumento de que a falta de sucesso com a selecao argentina não permite que Messi, pelo menos por agora, seja considerado o maior de todos em todos os tempos. O argumento poderia ser válido há algumas décadas atrás, mas atualmente, com os times europeus sendo verdadeiras seleções do mundo e considerando que o Barcelona ganharia com tranquilidade qualquer confronto contra qualquer selecao do mundo, Messi cada vez mais impede que esse título, mais um, seja conquistado por ele, um gênio, autor de dois gols em duas finais de Champions contra nada mais nada menos do que o Manchester U e que consegue ser o melhor jogador do mundo há muito tempo e com muita vantagem em relação aos demais.
Não perderei muito tempo falando do jogo, pois todo mundo viu o que foi: nada de novo. Seja o Almería ou o Manchester U, o Barcelona joga igual, domina igual, e ganha igual. Os primeiros 10 minutos, com o time de Ferguson marcando a defesa catalã, deram uma impressão de que algo poderia passar, mas assim que o Barca começou a ter a posse da criança, o jogo acabou. O golaço de Rooney levantou suspeitas, mas era evidente que o Barcelona iria ganhar, foi uma das finais com menos emoção de todos os tempos tamanha a superioridade de um time em comparação com seu adversário.
Bom, chega de Barcelona e Messi e segue o ranquim, mas antes a selecao da temporada:
Van der Sar (Manchester U – Holanda)
Dani Alves (Barcelona – Brasil)
Vidic (Manchester U – Sérvia)
Puyol (Barcelona – Espanha)
Marcelo (Real Madrid – Brasil)
Xavi (Barcelona – Espanha)
Nasri (Arsenal – Franca)
Iniesta (Barcelona – Espanha)
Messi (Barcelona – Argentina)
Rooney (Manchester U – Inglaterra)
Cristiano Ronaldo (Real Madrid – Portugal)
Bola de ouro: Messi (Barcelona – Argentina)
Bola de prata: Rooney (Manchester U – Inglaterra)
Bola de bronze: Cristiano Ronaldo (Real Madrid – Portugal)
Mencoes honrosas: Eto´o (Inter Milan – Camaroes), Seedorf (AC Milan – Holanda), Valencia (Manchester U – Equador), Giggs (Manchester U – País de Gales), Nani (Manchester U – Portugal), Sneijder (Inter Milan – Holanda), Falcao (Porto – Colômbia), Bale (Tottenham – País de Gales), Van der Vaart (Tottenham – Holanda), Wilshere (Arsenal – Inglaterra), Cavani (Napoli – Uruguai), Tévez (Manchester City - Argentina) e Pastore (Palermo – Argentina).
Ranquim dos 50 gigantes do futebol mundial atualizado:
1. Bayern Münich (Alemanha) – 445
2. AC Milan (Itália) – 405
3. Real Madrid (Espanha) – 395
4. Peñarol (Uruguai) – 327
5. Juventus (Itália) – 315
6. Manchester U (Inglaterra) – 305
7. Boca Juniors (Argentina) – 300
8. Ajax (Holanda) – 282
9. Inter Milan (Itália) – 270
10. Liverpool (Inglaterra) e Independiente (Argentina) – 265
12. Nacional (Uruguai) – 263
13. Porto (Portugal) – 250
14. Barcelona (Espanha) – 248
15. River Plate (Argentina) – 230
16. São Paulo (Brasil) – 225
17. Benfica (Portugal) – 184
18. PSV (Holanda) – 156
19. Olimpia (Paraguai) – 147
20. Santos (Brasil) e Estudiantes (Argentina) – 135
22. Flamengo (Brasil) – 127,5
23. Estrela Vermelha (Sérvia) – 121
24. Palmeiras (Brasil) e Internacional (Brasil) – 110
26. Vélez Sarsfield (Argentina), Dynamo Dresden (Alemanha) e Dortmund (Alemanha) – 105
29. Grêmio (Rio Grande do Sul) – 95
30. Celtic (Escócia) – 94
31. Feyenoord (Holanda) – 93
32. Arsenal (Inglaterra) – 90
33. Steua Bucarest (Romênia) – 88
34. Colo Colo (Chile) – 84
35. Vasco (Brasil), Sparta Praga (República Tcheca) e Rangers (Escócia) – 80
38. Marseille (Franca) – 76
39. Borussia MG (Alemanha) – 75
40. SC Anderlecht (Bélgica) – 72
41. Atl Madrid (Espanha) – 69
42. Partizan Belgrado (Sérvia) – 68
43. América (México) – 67,5
44. Hamburg (Alemanha) – 65
45. Cruz Azul (México) – 64,5
46. Saint-Etienne (Franca) – 64
47. Corinthians (Brasil) e Rosario Central (Argentina) – 60
49. LDU (Equador) – 58
50. Lyon (Franca) – 56
Dynamo Dresden e Rosario Central são os únicos dois clubes grandes que não disputam, nesse momento, a divisão principal de seus países. O clube de Dresden milita atualmente na terceira divisão alemã enquanto que os canallas disputam a segunda divisão argentina.
O clube com mais títulos mundiais é o AC Milan (4); os clubes com mais conquistas continentais são o AC Milan e o Independiente (7); o maior campeão nacional de todos é o Bayern Münich, com 21 conquistas locais.
Em toda a lista estão ranqueados 210 times de 23 países diferentes.
Os países com mais clubes ranqueados são o Brasil e a Alemanha, com 17 clubes cada; são seguidos pelo México com 16. No entanto, entre os gigantes do futebol mundial, o país com mais representantes é o Brasil isolado com oito, seguido por Argentina com seis e Alemanha com cinco.
No ranquim brasileiro, o líder é o São Paulo seguido por Santos e Flamengo.
No ranquim de ligas, a mais competitiva é a argentina, seguida pela liga italiana e, em terceiro lugar, a liga brasileira.
Falando na final, realmente não adianta. Enquanto o Barcelona tiver Messi e seguir tendo mais de 60% de posse de bola por jogo, são imbatíveis.
Ferguson, homem que dedicou sua vida ao futebol, afirmou que o Barcelona é o maior time que já enfrentou. Guardiola diz que Messi já é o maior jogador da história. Está difícil de não concordar com os dois técnicos dos dois melhores times do mundo na atualidade.
No meu entender o Barcelona é o maior time de todos os tempos, não há dúvidas; sobre Messi, cada vez fica mais difícil postergar essa decisão. Com a idade que ele tem, nenhum jogador havia conseguido nem metade do que ele conseguiu. Houve jogadores que ganharam copas do mundo muito jovens e muitos usam o argumento de que a falta de sucesso com a selecao argentina não permite que Messi, pelo menos por agora, seja considerado o maior de todos em todos os tempos. O argumento poderia ser válido há algumas décadas atrás, mas atualmente, com os times europeus sendo verdadeiras seleções do mundo e considerando que o Barcelona ganharia com tranquilidade qualquer confronto contra qualquer selecao do mundo, Messi cada vez mais impede que esse título, mais um, seja conquistado por ele, um gênio, autor de dois gols em duas finais de Champions contra nada mais nada menos do que o Manchester U e que consegue ser o melhor jogador do mundo há muito tempo e com muita vantagem em relação aos demais.
Não perderei muito tempo falando do jogo, pois todo mundo viu o que foi: nada de novo. Seja o Almería ou o Manchester U, o Barcelona joga igual, domina igual, e ganha igual. Os primeiros 10 minutos, com o time de Ferguson marcando a defesa catalã, deram uma impressão de que algo poderia passar, mas assim que o Barca começou a ter a posse da criança, o jogo acabou. O golaço de Rooney levantou suspeitas, mas era evidente que o Barcelona iria ganhar, foi uma das finais com menos emoção de todos os tempos tamanha a superioridade de um time em comparação com seu adversário.
Bom, chega de Barcelona e Messi e segue o ranquim, mas antes a selecao da temporada:
Van der Sar (Manchester U – Holanda)
Dani Alves (Barcelona – Brasil)
Vidic (Manchester U – Sérvia)
Puyol (Barcelona – Espanha)
Marcelo (Real Madrid – Brasil)
Xavi (Barcelona – Espanha)
Nasri (Arsenal – Franca)
Iniesta (Barcelona – Espanha)
Messi (Barcelona – Argentina)
Rooney (Manchester U – Inglaterra)
Cristiano Ronaldo (Real Madrid – Portugal)
Bola de ouro: Messi (Barcelona – Argentina)
Bola de prata: Rooney (Manchester U – Inglaterra)
Bola de bronze: Cristiano Ronaldo (Real Madrid – Portugal)
Mencoes honrosas: Eto´o (Inter Milan – Camaroes), Seedorf (AC Milan – Holanda), Valencia (Manchester U – Equador), Giggs (Manchester U – País de Gales), Nani (Manchester U – Portugal), Sneijder (Inter Milan – Holanda), Falcao (Porto – Colômbia), Bale (Tottenham – País de Gales), Van der Vaart (Tottenham – Holanda), Wilshere (Arsenal – Inglaterra), Cavani (Napoli – Uruguai), Tévez (Manchester City - Argentina) e Pastore (Palermo – Argentina).
Ranquim dos 50 gigantes do futebol mundial atualizado:
1. Bayern Münich (Alemanha) – 445
2. AC Milan (Itália) – 405
3. Real Madrid (Espanha) – 395
4. Peñarol (Uruguai) – 327
5. Juventus (Itália) – 315
6. Manchester U (Inglaterra) – 305
7. Boca Juniors (Argentina) – 300
8. Ajax (Holanda) – 282
9. Inter Milan (Itália) – 270
10. Liverpool (Inglaterra) e Independiente (Argentina) – 265
12. Nacional (Uruguai) – 263
13. Porto (Portugal) – 250
14. Barcelona (Espanha) – 248
15. River Plate (Argentina) – 230
16. São Paulo (Brasil) – 225
17. Benfica (Portugal) – 184
18. PSV (Holanda) – 156
19. Olimpia (Paraguai) – 147
20. Santos (Brasil) e Estudiantes (Argentina) – 135
22. Flamengo (Brasil) – 127,5
23. Estrela Vermelha (Sérvia) – 121
24. Palmeiras (Brasil) e Internacional (Brasil) – 110
26. Vélez Sarsfield (Argentina), Dynamo Dresden (Alemanha) e Dortmund (Alemanha) – 105
29. Grêmio (Rio Grande do Sul) – 95
30. Celtic (Escócia) – 94
31. Feyenoord (Holanda) – 93
32. Arsenal (Inglaterra) – 90
33. Steua Bucarest (Romênia) – 88
34. Colo Colo (Chile) – 84
35. Vasco (Brasil), Sparta Praga (República Tcheca) e Rangers (Escócia) – 80
38. Marseille (Franca) – 76
39. Borussia MG (Alemanha) – 75
40. SC Anderlecht (Bélgica) – 72
41. Atl Madrid (Espanha) – 69
42. Partizan Belgrado (Sérvia) – 68
43. América (México) – 67,5
44. Hamburg (Alemanha) – 65
45. Cruz Azul (México) – 64,5
46. Saint-Etienne (Franca) – 64
47. Corinthians (Brasil) e Rosario Central (Argentina) – 60
49. LDU (Equador) – 58
50. Lyon (Franca) – 56
Dynamo Dresden e Rosario Central são os únicos dois clubes grandes que não disputam, nesse momento, a divisão principal de seus países. O clube de Dresden milita atualmente na terceira divisão alemã enquanto que os canallas disputam a segunda divisão argentina.
O clube com mais títulos mundiais é o AC Milan (4); os clubes com mais conquistas continentais são o AC Milan e o Independiente (7); o maior campeão nacional de todos é o Bayern Münich, com 21 conquistas locais.
Em toda a lista estão ranqueados 210 times de 23 países diferentes.
Os países com mais clubes ranqueados são o Brasil e a Alemanha, com 17 clubes cada; são seguidos pelo México com 16. No entanto, entre os gigantes do futebol mundial, o país com mais representantes é o Brasil isolado com oito, seguido por Argentina com seis e Alemanha com cinco.
No ranquim brasileiro, o líder é o São Paulo seguido por Santos e Flamengo.
No ranquim de ligas, a mais competitiva é a argentina, seguida pela liga italiana e, em terceiro lugar, a liga brasileira.
domingo, 15 de maio de 2011
Final Wembley
Bom, não preciso me gabar por ter acertado a final da Champions League. Era mais do que óbvio que Barcelona e Manchester U iriam eliminar sem tantos problemas a Real Madrid e Schalke respectivamente.
No clássico espanhol, decepção, mas entendo a situação. Pouco futebol foi visto nos dois confrontos e muito devido à imensa rivalidade mais aflorada do que nunca. Mourinho abriu um pouco mais o seu time no jogo de ida, pois necessitava a vitória e o Barcelona não perdoou. Com dos gols do gênio, matou a série ali mesmo. Para completar, a precoce expulsão do desequilibrado Pepe, xodó de Mourinho que depois foi mal perdedor e levantou patéticas teorias de conspiração.
O Manchester U acabou com os 15 minutos de glória do bravo, mas limitado Schalke. Uma saraivada na ida jogando na Alemanha garantiu um jogo de volta tranquilo em Manchester, em um jogo que Sir Ferguson se deu ao luxo de usar quase que um time inteiro de reservas, preservando até o brilhante Rooney.
Por tratar-se de apenas 90 ou 120 minutos, uma final oferece uma variada gama de possibilidades, mas, analisando time por time, o Barcelona é mais, é mais genial, é mais brilhante, tem a posse de bola por mais de 60% do tempo e tem um dos maiores jogadores de todos os tempos. Estou curioso para saber qual o time que Ferguson irá colocar em campo. Aposto em alguém jogando aberto pela ponta esquerda, provavelmente Giggs, para fazer com que um dos principais parceiros de Messi, Dani Alves, seja obrigado e guardar mais posição, assim como o fez contra o Real Madrid quando teve que ficar atrás devido à presença de Di Maria.
A jogada aérea pode ser outra opção. A defesa do Barcelona é baixa, Mascherano vem jogando nessa região no lugar do lesionado Puyol e uma arma búlgara chamada Berbatov poderia ser usada. No entanto, a grande questão, já abordada por Ferguson, é não deixar Messi respirar. Jogará Park em cima do argentino todo o tempo? Pago para ver.
Do lado inglês a principal arma é Rooney. Wayne começou mal a temporada, mas vem em um crescente fantástico e hoje é o segundo melhor jogador do mundo. No entanto, aposto que Valencia pode ser a peça chave do esquema de Ferguson devido à sua velocidade e habilidade pelo flanco direito onde ainda é um mistério sobre quem jogará por esse lado do campo no time adversário. Abidal está voltando aos poucos de sua doença, Maxwell está lesionado, Puyol vem jogando improvisado por lá, enfim, é um ponto forte do time britânico contra um ponto duvidoso dos catalães.
Sou obrigado a apostar em alguém e vou de Barcelona, mas ponho os dois times quase que em igualdades de chances. Grande jogo.
No clássico espanhol, decepção, mas entendo a situação. Pouco futebol foi visto nos dois confrontos e muito devido à imensa rivalidade mais aflorada do que nunca. Mourinho abriu um pouco mais o seu time no jogo de ida, pois necessitava a vitória e o Barcelona não perdoou. Com dos gols do gênio, matou a série ali mesmo. Para completar, a precoce expulsão do desequilibrado Pepe, xodó de Mourinho que depois foi mal perdedor e levantou patéticas teorias de conspiração.
O Manchester U acabou com os 15 minutos de glória do bravo, mas limitado Schalke. Uma saraivada na ida jogando na Alemanha garantiu um jogo de volta tranquilo em Manchester, em um jogo que Sir Ferguson se deu ao luxo de usar quase que um time inteiro de reservas, preservando até o brilhante Rooney.
Por tratar-se de apenas 90 ou 120 minutos, uma final oferece uma variada gama de possibilidades, mas, analisando time por time, o Barcelona é mais, é mais genial, é mais brilhante, tem a posse de bola por mais de 60% do tempo e tem um dos maiores jogadores de todos os tempos. Estou curioso para saber qual o time que Ferguson irá colocar em campo. Aposto em alguém jogando aberto pela ponta esquerda, provavelmente Giggs, para fazer com que um dos principais parceiros de Messi, Dani Alves, seja obrigado e guardar mais posição, assim como o fez contra o Real Madrid quando teve que ficar atrás devido à presença de Di Maria.
A jogada aérea pode ser outra opção. A defesa do Barcelona é baixa, Mascherano vem jogando nessa região no lugar do lesionado Puyol e uma arma búlgara chamada Berbatov poderia ser usada. No entanto, a grande questão, já abordada por Ferguson, é não deixar Messi respirar. Jogará Park em cima do argentino todo o tempo? Pago para ver.
Do lado inglês a principal arma é Rooney. Wayne começou mal a temporada, mas vem em um crescente fantástico e hoje é o segundo melhor jogador do mundo. No entanto, aposto que Valencia pode ser a peça chave do esquema de Ferguson devido à sua velocidade e habilidade pelo flanco direito onde ainda é um mistério sobre quem jogará por esse lado do campo no time adversário. Abidal está voltando aos poucos de sua doença, Maxwell está lesionado, Puyol vem jogando improvisado por lá, enfim, é um ponto forte do time britânico contra um ponto duvidoso dos catalães.
Sou obrigado a apostar em alguém e vou de Barcelona, mas ponho os dois times quase que em igualdades de chances. Grande jogo.
sábado, 7 de maio de 2011
Quartas-de-final Libertadores 2011
Como sempre, antes de dar palpites sobre os confrontos das quartas, analiso o que deixou as oitavas de final.
O mais surpreendente de tudo foi a eliminação de quatro dos cinco clubes brasileiros. Realmente já esperava as eliminações de Fluminense e Grêmio devido à ruindade de seus times, mas a eliminação do Cruzeiro, time de melhor campanha na primeira fase e do Inter, elenco mais caro do continente, realmente me chamaram a atenção.
Havia alertado que o Cruzeiro não era tudo isso. Teve muita sorte no primeiro confronto contra o Estudiantes e depois seguiu com sorte no segundo confronto contra o mesmo adversário que usou reservas.
O Internacional, novo rico do futebol continental, por mais que não jogasse nada, mantinha a postura de favorito por ser o atual detentor do título e por seu grupo de jogadores que conta com atletas acima da média como D´Alessandro, Tinga e Bolatti.
Não deu. Enfrentou o clube mais vitorioso da América e foi derrotado em casa com requintes de crueldade em cinco minutos.
Mas o que realmente me alegrou foi ver uma teoria minha cair por água. Vinha dizendo que, com o poderio econômico crescente do país e consequentemente dos clubes brasileiros, a Libertadores iria ficar difícil de arrancar das mãos tupiniquins.
Haveria uma mudança na competição que já é notada nos últimos anos. No passado, os times argentinos ganhavam praticamente todos os seus jogos até matarem-se nas instâncias finais contra os grandes uruguaios, os grandes brasileiros ou entre eles.
Nos últimos anos, com o terrível empobrecimento dos times e da economia desse país, os seus jogadores craques, muito bons, bons e mais ou menos, saem para o exterior antes mesmo de completar duas temporadas nos clubes. Além de perder jogadores para os clubes europeus, a decadência econômica argentina faz com que os clubes argentinos percam jogadores até para adversários do continente, como é o caso de Conca, Montillo, D´Alessandro, Bolatti, Cavenaghi, Farías, entre outros. E não é só o rico mercado brasileiro que absorve os talentos argentinos. Os principais clubes de países como Chile, Equador e Paraguai também atacam. Barcos na LDU, Fabbro e Nanni no Cerro Porteño, Cañete e Pratto na Universidad Católica e etc. Casos passados: Lucas Barrios, do Colo Colo para o Dortmund e o próprio Montillo, da Universidad de Chile para o Cruzeiro.
Esperava, então, um cenário da seguinte maneira: o Brasil esbanjando dinheiro, com o seu poder econômico que contratou nos últimos anos nada mais nada menos do que Ronaldo, Deco, Brandao, Adriano (duas vezes), Roberto Carlos e agora Luís Fabiano (na Argentina o máximo que os clubes locais conseguem “recuperar” do exterior é Schelotto com 37 anos contratado pelo modesto Gimnasia provenentes das gramas sintéticas do Estados Unidos) contra argentinos dependendo de sua mística e de suas férteis categorias de base que não param de revelar jogadores e os mais fortes clubes dos demais países em iguais ou melhores condições que os argentinos que sao os mais vencedores da América. Os demais países conseguem essa espécie de equiparação devido a que seus mercados domésticos não são tão cobiçados pelos europeus o que faz com que seus melhores talentos permaneçam mais nos clubes locais. Fora da disputa os bolivianos, peruanos e venezuelanos, apesar de que o Oriente Petrolero merecia ter passado às oitavas.
Agora os confrontos:
Acertei apenas três dos oitos confrontos.
Cruzeiro x Once Caldas: não havia e sigo sem ter visto, jogo algum do time colombiano. Devido à sua queda de rendimento no torneio doméstico e seus problemas, pensei que o Cruzeiro bam bam bam iria classificar. Faltou camisa. Um clube grande não perde uma vaga dessa forma em casa para um rival médio.
América x Santos: não assisti ao jogo de volta, mas foi realmente decepcionante a inoperância mexicana e o fato de não poder jogar em seu místico estádio por um xou do palhaço salvador do universo Bono e seus miquinhos amestrados. Pelo menos acertei.
Junior x Jaguares: grande surpresa, aliás, o resultado que mais me surpreendeu. No entanto, vi nenhum dos dois confrontos.
Cerro Porteño x Estudiantes: esse era parada dura. O Estudiantes da temporada passada classificaria sem maiores problemas, mas a decadências do time desde a saída de Sabella é notória. Dois jogos de dar sono e vitória nos pênaltis dos paraguas.
Libertad x Fluminense: os cariocas nem mereciam ter classificado. Não vi os jogos, mas já esperava uma vitória paraguaia apesar do primeiro jogo.
LDU x Vélez Sarsfield: felizmente me equivoquei e o melhor time disparado da competição segue vivo. Uma atuação notável na ida e um brilhantismo poucas vezes visto na volta. 5x0 no geral contra a LDU não é qualquer um. Rick Alvarez, mais um jovem talento argentino, ainda oscila entre a reserva e a titularidade: craque. Não me surpreenderia que estivesse na Copa de 2014, é um jogador brilhante. Aliás, o grupo, o elenco do Vélez impressiona. Quem entra joga igual ao titular que saiu, vide as participações de Alvarez, Canteros e Ramirez no jogo em Quito e em tantos outros. Mesmo sem seu tanque Silva, fez dois gols onde todo mundo é goleado, vide o Peñarol que tomou cinco.
Internacional x Peñarol: disse que a camisa do Peñarol era a minha esperança para ver o Inter cair fora. Além dessa camisa, que suportou uma pressão de sair perdendo antes do jogo começar, ir buscar, fazer dois gols e manter o resultado, valeu a qualidade individual de alguns jogadores, com destaque para o argentino Martinuccio.
Universidad Católica x Grêmio: deu o que eu tinha certeza que daria. O bom time chileno, comandado pelos argentinos Eluchans, Cañete e Pratto, encaminhou a classificação com uma boa vitória em Porto Alegre e depois administrou um jogo contra um Grêmio em frangalhos que apostou em Lins e Viçosa para fazer dois gols como visitante, ou seja, missão impossível.
Agora sim os prognósticos das quartas, se é que ainda tenho moral para tal ato:
Once Caldas x Santos: o time aba reta ainda não me convenceu. Tem quem talvez seja o melhor jogador do continente em atividade, mas ainda depende muito de suas genialidades que podem deixá-los na mão. Do outro lado um virtuoso Once Caldas que vem de moral elevada e pode dar trabalho e eliminá-los novamente como o fez no ano em que se consagraram campeões. Com muita dúvida, aposto no Santos.
Jaguares x Cerro Porteño: vou pela maior tradição copeira dos paraguaios mesmo não tendo jogado bem em ambos confrontos contra o Estudiantes.
Vélez Sarsfield x Libertad: é o melhor jogo da série. O Vélez é, para mim, o melhor time do continente disparado, mas divide seu fôlego entre duas competições enquanto que os paraguaios priorizam a Libertadores. Esse fator pode jogar contra o time de Liniers, mas não consigo apostar contra o melhor. Vou de Vélez.
Peñarol x Universidad Católica: no confronto entre carrascos de gaudérios, vou de Católica. É mais time. No entanto, há o fator covardia chilena ainda mais quando enfrentam o maior clube sul-americano. Confronto dificílimo.
O mais surpreendente de tudo foi a eliminação de quatro dos cinco clubes brasileiros. Realmente já esperava as eliminações de Fluminense e Grêmio devido à ruindade de seus times, mas a eliminação do Cruzeiro, time de melhor campanha na primeira fase e do Inter, elenco mais caro do continente, realmente me chamaram a atenção.
Havia alertado que o Cruzeiro não era tudo isso. Teve muita sorte no primeiro confronto contra o Estudiantes e depois seguiu com sorte no segundo confronto contra o mesmo adversário que usou reservas.
O Internacional, novo rico do futebol continental, por mais que não jogasse nada, mantinha a postura de favorito por ser o atual detentor do título e por seu grupo de jogadores que conta com atletas acima da média como D´Alessandro, Tinga e Bolatti.
Não deu. Enfrentou o clube mais vitorioso da América e foi derrotado em casa com requintes de crueldade em cinco minutos.
Mas o que realmente me alegrou foi ver uma teoria minha cair por água. Vinha dizendo que, com o poderio econômico crescente do país e consequentemente dos clubes brasileiros, a Libertadores iria ficar difícil de arrancar das mãos tupiniquins.
Haveria uma mudança na competição que já é notada nos últimos anos. No passado, os times argentinos ganhavam praticamente todos os seus jogos até matarem-se nas instâncias finais contra os grandes uruguaios, os grandes brasileiros ou entre eles.
Nos últimos anos, com o terrível empobrecimento dos times e da economia desse país, os seus jogadores craques, muito bons, bons e mais ou menos, saem para o exterior antes mesmo de completar duas temporadas nos clubes. Além de perder jogadores para os clubes europeus, a decadência econômica argentina faz com que os clubes argentinos percam jogadores até para adversários do continente, como é o caso de Conca, Montillo, D´Alessandro, Bolatti, Cavenaghi, Farías, entre outros. E não é só o rico mercado brasileiro que absorve os talentos argentinos. Os principais clubes de países como Chile, Equador e Paraguai também atacam. Barcos na LDU, Fabbro e Nanni no Cerro Porteño, Cañete e Pratto na Universidad Católica e etc. Casos passados: Lucas Barrios, do Colo Colo para o Dortmund e o próprio Montillo, da Universidad de Chile para o Cruzeiro.
Esperava, então, um cenário da seguinte maneira: o Brasil esbanjando dinheiro, com o seu poder econômico que contratou nos últimos anos nada mais nada menos do que Ronaldo, Deco, Brandao, Adriano (duas vezes), Roberto Carlos e agora Luís Fabiano (na Argentina o máximo que os clubes locais conseguem “recuperar” do exterior é Schelotto com 37 anos contratado pelo modesto Gimnasia provenentes das gramas sintéticas do Estados Unidos) contra argentinos dependendo de sua mística e de suas férteis categorias de base que não param de revelar jogadores e os mais fortes clubes dos demais países em iguais ou melhores condições que os argentinos que sao os mais vencedores da América. Os demais países conseguem essa espécie de equiparação devido a que seus mercados domésticos não são tão cobiçados pelos europeus o que faz com que seus melhores talentos permaneçam mais nos clubes locais. Fora da disputa os bolivianos, peruanos e venezuelanos, apesar de que o Oriente Petrolero merecia ter passado às oitavas.
Agora os confrontos:
Acertei apenas três dos oitos confrontos.
Cruzeiro x Once Caldas: não havia e sigo sem ter visto, jogo algum do time colombiano. Devido à sua queda de rendimento no torneio doméstico e seus problemas, pensei que o Cruzeiro bam bam bam iria classificar. Faltou camisa. Um clube grande não perde uma vaga dessa forma em casa para um rival médio.
América x Santos: não assisti ao jogo de volta, mas foi realmente decepcionante a inoperância mexicana e o fato de não poder jogar em seu místico estádio por um xou do palhaço salvador do universo Bono e seus miquinhos amestrados. Pelo menos acertei.
Junior x Jaguares: grande surpresa, aliás, o resultado que mais me surpreendeu. No entanto, vi nenhum dos dois confrontos.
Cerro Porteño x Estudiantes: esse era parada dura. O Estudiantes da temporada passada classificaria sem maiores problemas, mas a decadências do time desde a saída de Sabella é notória. Dois jogos de dar sono e vitória nos pênaltis dos paraguas.
Libertad x Fluminense: os cariocas nem mereciam ter classificado. Não vi os jogos, mas já esperava uma vitória paraguaia apesar do primeiro jogo.
LDU x Vélez Sarsfield: felizmente me equivoquei e o melhor time disparado da competição segue vivo. Uma atuação notável na ida e um brilhantismo poucas vezes visto na volta. 5x0 no geral contra a LDU não é qualquer um. Rick Alvarez, mais um jovem talento argentino, ainda oscila entre a reserva e a titularidade: craque. Não me surpreenderia que estivesse na Copa de 2014, é um jogador brilhante. Aliás, o grupo, o elenco do Vélez impressiona. Quem entra joga igual ao titular que saiu, vide as participações de Alvarez, Canteros e Ramirez no jogo em Quito e em tantos outros. Mesmo sem seu tanque Silva, fez dois gols onde todo mundo é goleado, vide o Peñarol que tomou cinco.
Internacional x Peñarol: disse que a camisa do Peñarol era a minha esperança para ver o Inter cair fora. Além dessa camisa, que suportou uma pressão de sair perdendo antes do jogo começar, ir buscar, fazer dois gols e manter o resultado, valeu a qualidade individual de alguns jogadores, com destaque para o argentino Martinuccio.
Universidad Católica x Grêmio: deu o que eu tinha certeza que daria. O bom time chileno, comandado pelos argentinos Eluchans, Cañete e Pratto, encaminhou a classificação com uma boa vitória em Porto Alegre e depois administrou um jogo contra um Grêmio em frangalhos que apostou em Lins e Viçosa para fazer dois gols como visitante, ou seja, missão impossível.
Agora sim os prognósticos das quartas, se é que ainda tenho moral para tal ato:
Once Caldas x Santos: o time aba reta ainda não me convenceu. Tem quem talvez seja o melhor jogador do continente em atividade, mas ainda depende muito de suas genialidades que podem deixá-los na mão. Do outro lado um virtuoso Once Caldas que vem de moral elevada e pode dar trabalho e eliminá-los novamente como o fez no ano em que se consagraram campeões. Com muita dúvida, aposto no Santos.
Jaguares x Cerro Porteño: vou pela maior tradição copeira dos paraguaios mesmo não tendo jogado bem em ambos confrontos contra o Estudiantes.
Vélez Sarsfield x Libertad: é o melhor jogo da série. O Vélez é, para mim, o melhor time do continente disparado, mas divide seu fôlego entre duas competições enquanto que os paraguaios priorizam a Libertadores. Esse fator pode jogar contra o time de Liniers, mas não consigo apostar contra o melhor. Vou de Vélez.
Peñarol x Universidad Católica: no confronto entre carrascos de gaudérios, vou de Católica. É mais time. No entanto, há o fator covardia chilena ainda mais quando enfrentam o maior clube sul-americano. Confronto dificílimo.
Assinar:
Postagens (Atom)
